Top 10 David Bowie

Por Alexandre Inagakisegunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Na manhã em que descobri que o homem que caiu na Terra voltou para as estrelas, é difícil colocar em palavras todo o impacto que sua obra trouxe em minha vida.

Gif criado pela ilustradora Helen Green, inspirada em Blackstar, último álbum de David Bowie.

E, embora eu ainda nutre alguma esperança doida de que, assim como Lázaro, David Bowie retorne após quatro dias, o melhor que temos a fazer é aproveitar o incrível legado deixado por alguém que nos ensinou que todos nós podemos ser heróis, nem que seja por apenas um dia.

* * *

10. Ashes to Ashes (1980)

Ain’t got no money and I ain’t got no hair/ But I’m hoping to kick but the planet it’s glowing

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A Turma da Mônica e a Estrelinha Mágica do Natal

Por Alexandre Inagakisexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Antes da cena final com Andy e os brinquedos em Toy Story 3, ou dos 10 minutos iniciais de Up, houve um desenho animado que fez com que ninjas invisíveis cortando cebola aparecessem subitamente ao meu redor, fazendo meus olhos suarem bicas: A Estrelinha Mágica, um especial de Natal da Turma da Mônica, de 1988, sobre uma estrelinha que cai na Terra e precisa de ajuda para voltar ao céu. Imaginem, pois, a minha alegria quando revi este desenho no YouTube.

O brinquedo da estrelinha mágica, lançado originalmente em 1988.O desenho marcou toda uma geração, assim como o brinquedo lançado pela Tec Toy, que quando colocado na palma da mão acendia, tal qual a estrelinha neste curta-metragem clássico. As crianças daquela época, que pegaram a fase áurea das locadoras de vídeo, também certamente fizeram com que seus pais alugassem o VHS do desenho várias e várias vezes.

Pois bem: inspirada no enredo de “A Estrelinha Mágica”, a Mauricio de Sousa Produções criou o quiz game Magia de Natal, no qual, ao mesmo tempo que os fãs da Turma da Mônica testam seus conhecimentos, ajudam a estrelinha a voltar para casa. As estrelinhas estão espalhadas no site da Turma da Mônica e em outras páginas de fãs da Turma pela internet. Como o Pensar Enlouquece, por exemplo. :) Continue Lendo

Como a cultura maker pode ajudar a melhorar a educação no Brasil?

Por Alexandre Inagakiquinta-feira, 03 de dezembro de 2015

Em que momento educação se tornou algo tedioso, como aprender matérias que não possuem aplicação prática em nossas vidas, retendo jovens dentro de uma sala de aula por horas a fio, enquanto temos um mundo inteiro de conhecimentos ao alcance de alguns cliques em sites? Em que momento escolas e professores priorizaram fazer com que estudantes sejam bem-sucedidos no Enem e em provas de vestibulares, em vez de orientarem seus alunos a serem cidadãos preparados para os desafios bem mais complicados e instigantes da vida? Quantas crianças e adolescentes encaram a escola como uma tortura a fogo lento, assistindo a aulas desinteressantes ministradas por professores desmotivados, bitolando conhecimentos e apelando a decorebas, enquanto sua curiosidade e sua criatividade são tolhidas diante de fórmulas escritas em uma lousa? Ken Robinson, escritor, educador e conferencista, em uma de suas participações no TED, resume bem estes questionamentos:

O papel de um professor é facilitar o aprendizado. A cultura dominante da educação, porém, tem colocado esforço não no ensinar e aprender, mas no testar. Testes, provas padronizadas têm seu espaço, mas não deveriam ser a cultura dominante da educação. Deveriam ser um diagnóstico, ajudando a embasar o ensinamento em vez de obstruí-lo. Então, no lugar da curiosidade, o que temos é uma cultura da conformidade. Nossas crianças e professores são encorajados a seguirem algorítimos de rotina em vez de incitarem o poder da imaginação e da curiosidade.

Outra referência na área, o professor Paulo Blikstein, que leciona na Universidade de Stanford, também questiona o modelo atual, afirmando que a era da educação de massas, na qual são ensinadas as mesmas coisas para todo mundo, precisa acabar. Paulo, que hoje é reconhecido mundialmente como um dos maiores especialistas na aplicação de novas tecnologias aplicadas à educação, questiona fortemente o modelo em que alunos decoram fórmulas de química, de física, datas históricas e outras informações que podem ser buscadas no celular, quando deveriam estar sendo motivadas a construírem conhecimentos novos. Continue Lendo

BlaBlaCar, aplicativo de caronas de carro em longas distâncias, chegou ao Brasil

Por Alexandre Inagakisegunda-feira, 30 de novembro de 2015

“Vamos sair, mas não temos mais dinheiro/ Os meus amigos todos estão procurando emprego”. Estes versos de “Teatro dos Vampiros”, música que a Legião Urbana gravou em 1991, soam mais atuais do que nunca nestes tempos de crise econômica. Para enfrentar a falta de grana no bolso, é preciso buscar novas alternativas para diminuir custos e rachar despesas, e é neste cenário que chegou ao Brasil a BlaBlaCar, aplicativo de origem francesa com um conceito simples: conectar condutores com lugares vagos em seus carros a passageiros que forem para o mesmo destino.

BlaBlaCar, considerado o Uber das caronas intermunicipais, chegou ao Brasil. Continue Lendo

As melhores promoções de Black Friday que jamais foram feitas

Por Alexandre Inagakisexta-feira, 27 de novembro de 2015

É inevitável: toda vez que rola algum Black Friday no Brasil, você se deparará com alguém usando expressões como “Black Fraude” ou “tudo pela metade do dobro”. Mas essas coisas só acontecem porque há consumidores que ainda não aproveitaram as promoções, ofertas e descontos disponíveis nos melhores supermercados, estabelecimentos, secos & molhados, budegas, biroscas e botequins Brasil afora: não deixe de perdê-las!

Enfim uma promoção realmente sincera.

Ema ema ema, cada um com suas rimas.

Melhor anúncio de barbearia desde a clássica CORTO CABELO E PINTO. Continue Lendo

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Pense Nisso! Alexandre Inagaki

Alexandre Inagaki é jornalista e consultor de comunicação em mídias digitais. É japaraguaio, cínico cênico. torcedor do Guarani Futebol Clube e futuro fundador do Clube dos Procrastinadores Anônimos. Já plantou semente de feijão em algodão, criou um tamagotchi (que acabou morrendo de fome) e mantém este blog. Luta para ser considerado mais do que um rosto bonitinho e não leva a sério pessoas que falam de si mesmas na terceira pessoa.

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A vida é boa e cheia de possibilidades.
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