[S p a m  Z i n e]
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    : 11 de setembro de 2001
    : curitiba, são paulo, joão pessoa, rio de janeiro, pindamonhangaba, quixeramobim, dr. ulysses
 
NOTA EXTRA
 
O ataque a Pearl Harbor, o assassinato de Kennedy, a derrota no Vietnã geraram inúmeras produções hollywoodianas que buscaram dissecar momentos históricos em que os Estados Unidos mostraram-se frágeis, vulneráveis feito qualquer paiseco de Terceiro Mundo. Mas nada, realmente nada se compara às cenas que estou vendo agora: o Pentágono e as torres do World Trade Center (acabaram de desabar!) em chamas. Simplesmente o centro militar e o financeiro da mais poderosa nação do mundo foram atacados. Clube da Luta, Duro de Matar, Força Aérea 1, Independence Day, Nova Iorque Sitiada, toda ficção virou fichinha diante do que está acontecendo. Estou atônito, estupefato, perplexo. Quem me dera isso fosse outro trote do Orson Welles. Temo pelas retaliações que o bananão do Bush Júnior vai fazer depois disso tudo. (Inagaki)
 
 
::: e d i t o r i a l
::: Ricardo Sabbag <[email protected]>
 
PEQUENAS EXPERIÊNCIAS
 
Um aviso: estou tomado pela efervescência cultural.
 
ui.
 
Nós somos aquilo que pensamos que somos ou aquilo que os outros pensam que somos?
 
Escrever é uma pequena experiência. Uma pequena experiência resultante de outras grandes experiências, que, por sua vez, determinam outras pequenas experiências que, somadas, transformam-se na sua vida.
 
Bem, não vou falar por você. Que seja a minha vida, então. Whatsoever.
 
Penso que minha memória me trai e por isso gosto tanto de andar com um bloco onde posso anotar as coisas. Aí não serei traído pela minha cuca velha, pois terei descritos perfeitamente os fatos - e tão somente eles - na minha caderneta. Certo?
 
Bem, não tão certo assim. Afinal, de que são feito os fatos senão de interpretações do nosso olhar?
 
A forma da caneta riscando o papel virgem, os traços imperfeitos que saem de nossas mãos. São, definitivamente, formas de se deixar indelével sua passagem sobre a Terra.
 
Na memória dos outros, que seja.
 
Qual sua memória mais antiga? A minha data de algo entre 1981 ou 1982. Eu deveria ter entre um ou dois anos. E era o seguinte pensamento: quando chegar 1983, esse ano distante, eu terei três anos.
 
Great.
 
Pense bem. É coisa pra caramba vinda de um nenê de um ou dois anos.
 
Mas eu nem tenho certeza se é essa mesma minha memória mais antiga. Não lembro perfeitamente da minha memória mais antiga. Afinal de contas, que diabo de pensamento seria esse. Com um ano de idade? Não é possível.
 
Não importa. É a memória como aparece na minha cabeça. Assim como outras inúmeras memórias - de viagens, pessoas, palavras, dias - são simplesmente aquilo que eu imagino que elas sejam. Se foram propriamente ditas ou não, isso eu não sei.
 
Signos, signos e signos que se amontoam e formam a memória, esse baú de referências que descreve quem você pode ser. Ser ou não ser, afinal, (você já sabe o resto).
 
Impressões e memórias. Paixões nascem de impressões, e não de certezas. E morrem porque as impressões se modificam, e porque uma memória se torna mais importante que outra ao longo do tempo. O tempo, esse ceifador incansável. O tempo e a morte são irmãos.
 
Nos apegamos a rituais para não deixar de sermos quem realmente somos. Apertamos as mãos uns dos outros, arriscamos algum beijo, batemos palmas, ouvimos, nos comportamos, tomamos cerveja, tomamos banho. Nossos pequenos rituais, nossas pequenas experiências estão aí para não nos deixar mentir sozinhos a respeito de nossa humanidade.
 
IDENTIFIQUE-SE
 
Faça seu retrato 3 x 4 em letras. E o dê a quem você ama.
 
Um oferecimento Spam Zine, o zine que lava mais branco, não deforma nem solta as tiras.
 
***
 
Take it easy, Sam. You should remember this... a kiss could be a kiss...
 
***
 
::: Histórias Geeks Zen-Budistas
::: Mario AV <http://marioav.blogspot.com>
 
O Mestre Baso ia enviar uma mensagem e perguntou ao seu discípulo Hyakujô:
- Diga-me, o que é isso?
- É um email, Mestre.
O Mestre clicou em Send e a janela sumiu.
- E agora, para onde ele foi?
- Foi embora... pela Internet... - respondeu, hesitante.
Baso agarrou o discípulo pelo nariz e puxou-o com força. O rapaz gritou de dor.
- Não foi embora coisa nenhuma! - gritou o Mestre.
Nesse instante, Hyakujô atingiu a Iluminação.
 
- Mestre, qual é a natureza de Buda?
- O startup acabou.
 
Um monge veio ter com Joshû (Zhaozhou) e disse:
- Por favor, vim pedir que me ensine o auto-aperfeiçoamento.
- Você já salvou o seu arquivo?
- Já.
- Então vá fazer o backup.
 
- Mestre, qual é o significado do Zen?
- Eu gostaria de explicar, mas preciso agora responder a essa mensagem pelo ICQ. Pense nisso... Uma coisa tão simples, mas só eu posso fazê-lo para mim, e ninguém mais.
 
Hui-Nêng, o Sexto Patriarca, disse:
- A verdade e as palavras não estão relacionadas. Posso usar meu browser para acessar o seu site, mas a janela do meu browser não é o seu site e não é necessária para ele ser visto, certo?
 
O Mestre Ikkyû fora esperto desde garoto. Certa manhã, ainda jovem, formatou acidentalmente o HD do seu mestre. O mestre apareceu e ele começou a falar primeiro:
- Mestre, por que as pessoas morrem?
- Isso é natural, filho. Tudo neste mundo nasce e morre.
- Mestre, o seu disco rígido morreu.
 
Deshan (Tokuzan) ficava horas em chat com o Mestre Longtan (Ryûtan), decidido a aprender o que pudesse com ele. Certa noite, o Mestre resolveu despedir-se como de costume.
- Até amanhã, durma bem...
- Mas o seu arquivo ainda não terminou de baixar.
Sem dizer nada, o Mestre cortou a conexão imediatamente, deixando o download pela metade. Nesse instante, Deshan teve a sua Iluminação.
 
Frase do budista leigo Pang:
- Ah, veja os pixels: cada um no seu lugar certo.
 
Um monge vivia viajando e conversando com os Mestres Zen. Um dia ele foi falar com o monge Dokuon e para ele proclamou orgulhosamente seu nível de iluminação, recitando a famosa frase:
- A mente, o Buda e todos os seres são vazios. A verdadeira natureza de tudo é o vazio.
Sem a menor cerimônia, o mestre agarrou e deu um restart a frio no laptop dele, que estava cheio de programas abertos. O monge ficou possesso:
- Mas o que foi que você fez?
- Se tudo é vazio como você disse, de onde é que veio esse gênio?
No mesmo instante, o monge obteve a Iluminação.
 
 
::: Notícia comentada
::: Jorge França <[email protected]>
 
Nicole Kidman encontrou Tom Cruise e sua namorada, Penélope Cruz, em um show do Radiohead.
 
O encontrou causou constrangimento a ambos, que resolveram se sentar em lugares diferentes, evitando maiores embaraços.
 
Mas, vejam vocês, eles acabaram se esbarrando novamente na área VIP.
 
É triste não ser VIP. Eu poderia faturar alto com uma POLAROID em mãos numa situação como essa.
 
Além do que estaria curtindo Radiohead, o que não seria nada mau.
 
E ainda teria uma mínima chance de flertar com a Nicole, essa bela australiana riquíssima e charmosa.
 
Três anos depois nosso affair acabaria e eu poderia ganhar um programa de televisão dominical, além de capas da CARAS para cada vez que arranjasse um cacho diferente.
 
"JORGE FRANÇA ENCONTRA ACALANTO NO COLO DE ANA PAULA ARÓSIO", já antevejo a manchete. E o subtítulo: "depois de esquecer seu grande amor, Nicole Kidman, apresentador de TV aposta suas fichas em novo romance".
 
Deus dá bolacha pra quem não tem dente, mesmo.
 
 
::: R á p i d a s  &  R a s t e i r a s
 
"As mulheres do Sul são mais bonitas porque têm ascendência européia, enquanto as nordestinas têm ascendência africana"
MARYEVA, modelo, namorada do Guga e dona do corpanzil sobre o qual escorre uma gotinha de suor no comercial da Brahma, em seu momento Casa Grande e Senzala
 
"Nada contra a Suzana Alves, mas não acho que seja excitante dividir um estúdio fotográfico com outra mulher"
JOANA PRADO, a Feiticieira, sobre a possibilidade de um ensaio duplo com as esquecidas na Playboy, frustrando o sonho dos machos de plantão.
 
 
::: São seus olhos
::: Dani Sigaud <[email protected]>
 
Faz dias que como sozinho, Nanda não sai da frente do computador e acabei de fazer um chá pra ela, erva doce. Ela está escrevendo um conto para um concurso e fico com tesão ao olhar seus olhos fixos na tela, um rosto infantil de aprendizado, silêncio absoluto, música de fundo e um chega pra lá se sopro seu ouvido.
 
Um mínimo de cinco páginas e o máximo de dez lhe deixam nervosa, o excesso branco contra o delicioso minuto negro, perdi as contas e sempre fui péssimo de tabuada. Fui perverso com as crianças no colégio, eles querem é jogar bola, mas a direção insiste no programa de ginástica.
 
Joana me falou que a mãe fica brava quando ela chega com o uniforme sujo por causa dos abdominais, ela me mostrou seu caderno, recorta os quadrinhos do jornal e cola, igual a Nanda. Estes dias estava olhando os cadernos dela, uma aula. Gosto quando ela brinca de fazer canções, tenho ciúmes do seu colunista preferido do jornal, ela e ele conversam, telepatia, Nanda transcende e ai de mim se for discutir, prefiro comprar chocolate que ela adora.
 
Acendi um cigarro, mas eu não fumo,caracoles! Troquei o agasalho com a coisa acesa, meio dependurada no canto da boca, sem queimar, por uma camiseta pólo goiaba e coloquei meu pau pra fora, indefeso. Atravessei o corredor e mirei minha mulher, que me olhou com outros olhos, e me beijou.
 
 
::: Parar de fumar
::: Valcir Ortins <[email protected]>
 
Só existem duas formas efetivamente 100% garantidas de se parar de fumar: uma, obviamente, é morrendo (com tantos locais mundanos onde não se pode mais praticar o tabagismo, só um viciado muito otimista seria capaz de imaginar alas de fumante no céu); a outra é nunca começando (o que na verdade não seria considerado parar de fumar, já que você nunca começou – é que, na verdade, eu só consegui imaginar uma mesmo).

Eu já tentei quase todas as formas de parar de fumar que o homem já inventou nos dois últimos séculos (a não ser pelas acima citadas, como já deu para perceber), e posso lhes garantir: são tão eficazes quanto um guarda-chuva de papel higiênico numa tempestade. O segredo estava (está) em decidir-se a parar de fumar, coisa que eu nunca consegui fazer. Mas comecei a entender que preciso parar de fumar. E não é por problemas de saúde.

No mundo moderno, impestado de adeptos do Greenpeace e outros elementos nocivos ao bem-estar de vida da população que atualmente reside neste planeta (e portanto manda – ao menos mais dos que as já batidas gerações futuras “se não pararmos com isso meus filhos não verão este céu azul que nós temos hoje”), está cada dia mais difícil fazer a sua fumacinha. E olha que nem estamos falando dos adeptos da maconha, nos atendo apenas ao meu problema específico: o tabagismo legalizado e discriminado assim mesmo.

Uma coisa que precisamos deixar bem clara para início de conversa é que esse argumento de que estamos acabando com o planeta, que estamos derrubando as árvores para fazer papel de cigarro, que estamos lançando toneladas de fuligem no meio ambiente, e salvem as baleias, não cola comigo. O mundo (com tudo que está dentro e fora dele, inclusive eu, você e o Greenpeace) caminha, entrópica e naturalmente para o caos, a desestabilização total, a falência da vida e coisas do tipo, e é contra a minha crença religiosa me opor aos desígnios da natureza (que só podem ser os de Deus também).
 
A primeira vez que decidi parar de fumar foi aos 18 anos, quando mal tinha começado, simplesmente porque diminuía o meu rendimento no time de Futebol de Salão do colégio, e eu não queria perder aquela miserável bolsa de estudos para alunos atletas. Desisti de desistir de fumar em poucos dias. E do time também, e da bolsa e da mesada paterna (minha mãe jamais teria coragem de deixar o seu primogênito a míngua total e continuava contribuindo com a sua metade para as economias do filhão).

Anos depois (o que traz a estória mais para perto do presente que para aquele passado longínqüo), já deixada a ilusão de imortalidade de que a adolescência se reveste eu tive um grande baque na vida: o cowboy do Marlboro (o ídolo de todos os fumantes e principalmente dos adeptos da marca como eu) aparecia numa nova campanha publicitária, completamente inversa às anteriores. Nesta nova peça, uma voz fúnebre anunciava que o cowboy havia morrido de câncer. O cowboy! Larguei o cigarro imediatamente (porra, se aquele homem podia morrer de câncer imagine euzinho, pobre mortal?) Na semana seguinte (o que significa dois dias) troquei o bom e velho Marlboro pelo Camel. Afinal, o último boletim médico propalado pelo Ministério da Saúde dizia que o camelinho seguia firme e forte pelo deserto, com a saúde intocada, afastando para anos a frente o mau presságio do cowboy.

Bom, depois disso tudo, você deve estar se perguntando “por que diabos esse fariseu diz que precisa parar de fumar e defende o vício com unhas e dentes?”. É uma boa pergunta camarada e, como toda boa pergunta, tem uma resposta simples: decidi parar por que já não aguento mais os stings e defensores da terra que não me permitem mais acender um único cigarro em paz.
 
 
::: A c h a d o s  &  P e r d i d o s
::: Porque nunca é tarde para se encontrar um amor pueril
 
JOÃO CASSIANO procura por uma garota chamada Milena, que participou do último ENEA (Encontro Nacional dos Estudantes de Arquitetura), sediado em João Pessoa. Durante esse encontro, João (estudante de Comunicação) estava trabalhando na rádio do evento, e sua banda tocou em uma das festas. Esbarraram-se no dia do "xou", ela curtiu muito o som (comparando-o a Stereolab e Yo La Tengo), manteve contato com ele durante todo o evento, mas depois sumiu, desapareceu, escafedeu-se. Galera, ajudem nosso cumpadi da
Paraíba a reencontrar a doce Milena, escrevendo para [email protected].

MICHELLI MARÇAL, escoteira há 11 anos, deseja entrar em contato com ex-colegas de Huguinho, Zezinho e Luizinho, para uma pesquisa que está fazendo a respeito de pessoas que abandonaram o Escotismo. Leitores sempre alertas do Spam, Pioneira Michelli pede sua ajuda: [email protected].

 
::: Pecados - III
::: B. F. Carvalho <[email protected]>
 
Colégio Roma. Não me lembro do ano. Eu estava no segundo ano do segundo grau, então devia ser 1990 ou 1991. Uma confusão desgraçada de última aula de sexta-feira, um bando de adolescentes querendo buscar o fim-de-semana. Rápido. E tinha uma pessoa na sala, aula de português, uma mulher da secretaria, fazendo um anúncio sobre alguma merda. Ela falava, falava e falava. O professor de português lia o jornal. Atrás dela, em uma cadeira, uma pilha quilométrica de boletos bancários para pagamentos da mensalidade, que seriam distribuídos para a molecada entregar para os pais naquele dia ainda.
 
Levantei-me calmamente para ir ao banheiro, e num lance inusitado apanhei o maço de boletos atrás da mulher. Ninguém viu. Eram uns setecentos boletos. Saí da sala, estávamos no terceiro andar, desci as escadas até o primeiro, entrei no banheiro feminino, separei a pilha de papéis em quatro pilhas menores, joguei uma em cada privada do banheiro, dei descarga em cada uma delas.
Voltei ao terceiro andar, fui ao banheiro como se nada tivesse acontecido. Quando voltei à sala, a mulher procurava o maço de boletos. Não encontrou, saiu para procurar em outro lugar.
 
Segunda-feira a notícia tinha se espalhado - alguém tinha jogado os boletos fora no banheiro feminino do 1o. andar.
 
Perdoe-me, pai, porque pequei.
 
OBSERVAÇÃO: Caro leitor, você também pode se redimir de seus pecados. Escreva para [email protected] relatando as lembranças mais sórdidas de seu passado imundo (e não se esqueça de incluir os detalhes mais picantes, please). Spam Zine & rtfm por um mundo melhor: redenção digital ao seu alcance.
 
 
::: F a l a  q u e  E u  t e  E s c u t o
::: Sintonize a estação Spam Zine perto da meia-noite e deleite-se com as respostas mais românticas para as perguntas mais ternas, com direito a voz de locutor e tudo
 
"Oie, pessoinhas que fazem o Spam Zine
Aqui é a Yvelize, da Acompa. Estou escrevendo para agradecer a nota na edição 30...esse tipo de cousa deixa a gente muito feliz".
*|:-)
Um beso para vcs e sucesso para nós"
Yvelize Wielewicki
 
OS EDITORES: Yve, a gente estamos aí é para isso mesmo. Aceitamos colaborações e tráfico de informações outrem. Aguardamos ansiosamente. E pessoinha é de grande bondade sua, ao menos no que se refere ao pessoão aqui. Beijos do R.S.
 
"Alexandre, mon choux, pega aí e veicula no Spam num dia desses em que a pauta estiver muito para além da veadagem sentimental... Qdo o Bambi gritar alto e estiveres de saco superover com Lolitas, air blasé e tutti quanti... Apertinho"
Fernando Casaroli
 
OS EDITORES: Fernando, prometo aproveitar o teu texto numa edição futura, mas não podia deixar de mostrar um recadinho tão meigo quanto esse. Ainda bem que a gente se tem e nos amamos em conluio. Chamegos do R.S.
 
 
::: C r é d i t o s   F i n a i s
 
Amnésia:
Ricardo Sabbag <[email protected]>
Alexandre Inagaki <[email protected]>
 
Memória:
B. F. Carvalho <[email protected]>
Dani Sigaud <[email protected]>
Jorge França <[email protected]>
Mario AV <http://marioav.blogspot.com>
Valcir Ortins <[email protected]>
 
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::: P. S.
 
1) Tem nego que se faz de leitão só pra mamar deitado. (Sabbag)
 
2) Ando casado de futebol. Cansado mesmo. O time perde, joga um futibró lazarento de ruim e nada acontece. Os cabra tirando 300 milha por mês. O que falta? Sei lá, já perdi as esperanças. Só morrendo e nascendo de novo, mesmo. (Sabbag, meditabundo)