Todos os artigos de Alexandre Inagaki

Pense Nisso!
Alexandre Inagaki

Alexandre Inagaki é jornalista, consultor de projetos de comunicação digital, japaraguaio, cínico cênico, poeta bissexto, air drummer, fã de Cortázar, Cabral, Mizoguchi, Gaiman e Hitchcock, torcedor do Guarani Futebol Clube, leonino e futuro fundador do Clube dos Procrastinadores Anônimos, não necessariamente nesta ordem.

Cinco Tops 5 de 2013

Por Alexandre Inagakisegunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Emicida13

5 Músicas Nacionais de 2013:

1. Emicida - “Crisântemo”

Vida, morte, números, de neguinho
Aqui é cada um com a sua coroa de espinhos
Qual a sua droga? TV, erva?
Qual a sua droga? Solidão, cerva?”

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Coisas que Porto Alegre tem nos supermercados

Por Alexandre Inagakiterça-feira, 24 de dezembro de 2013

Viajar para outros lugares e sentir uma espécie de estranhamento ao se deparar com outros hábitos e costumes é um sentimento normal, especialmente se você está no exterior. Mas, morando em um país de dimensões continentais como este, não é difícil se surpreender com costumes e expressões locais. Diga uma frase como “prove o cartola do Leite” a qualquer brasileiro que não more no Recife, por exemplo, e veja a expressão confusa no rosto de quem nunca ouviu falar em um dos restaurantes mais antigos do país, e ainda não teve o prazer de provar uma das sobremesas mais saborosas da Terra Brasilis.

E é assim que, enquanto em São Paulo pessoas chupam mexericas enquanto tomam sol, em Porto Alegre elas lagarteam comendo bergamotas. Mas não é só nas expressões que as duas cidades que mais frequentei em 2013 se diferenciam. E basta fazer o rancho em um supermercado gaúcho para me deparar com coisas que eu dificilmente encontraria em Sampa. Alguns dos itens citados neste post provavelmente também devem ser comuns em outros estados do Sul, mas só vim a conhecê-los mesmo em minhas andanças pelas terras gaudérias, após estar devidamente familiarizado com hábitos como comer um xis, tomar um chimas até roncar a cuia, curtir o pôr do sol do Guaíba, dar umas bandas até a Cidade Baixa, comprar bugigangas no Brique da Redenção, se empanturrar com café colonial em Gramado (ou com o filé à parmegiana do Tudo Pelo Social), entender que em Forno Alegre faz um calor de desmaiar o Batista, pegar a freeway e viajar pra ver o chocolatão, descobrir as mil e uma diferentes conotações da interjeição “bah!” e chamar a namorada de prenda minha, tchê!

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CuecaVirada

Quando vi pela primeira vez o nome desse doce numa gôndola em Porto Alegre, ele era chamado de calça virada, alcunha suficiente para me chamar a atenção. Só depois descobri que aquela era uma denominação mais família, e que seu nome mais roots é cueca virada. O verbete na Wikipedia para este doce feito de massa caseira frita e coberta com açúcar, explicando a origem do nome, tem um trecho que precisa ser citado na íntegra por aqui: Continue Lendo

A surpreendente (ao menos para mim) lista das 50 músicas mais tocadas nas rádios do Brasil em 2013

Por Alexandre Inagakiterça-feira, 17 de dezembro de 2013

A impressão que tive quando vi a lista das músicas mais tocadas nas rádios do Brasil em 2013, segundo levantamento feito pela Crowley Broadcast Analysis, foi similar à perplexidade que tenho naquele momento In Memoriam da cerimônia do Oscar, quando são homenageados todos os profissionais da indústria cinematográfica que faleceram em determinado ano, e me surpreendo ao descobrir que certo ator ou diretor havia morrido e eu nem sabia ainda. Do mesmo modo, fiquei realmente surpreso ao constatar que só conhecia 31 das 50 músicas que constam no Top 50 das rádios brasileiras.

A matéria do G1 destacou a queda de popularidade do rock. Entre as 50 mais tocadas, só “Meu Novo Mundo”, do Charlie Brown Jr., representa o rock nacional. No Top 100, aparecem apenas duas outras faixas: “Anjos (Pra Quem Tem Fé)”, do Rappa, e “Tempos Modernos”, regravação do hit de Lulu Santos feita pelo Jota Quest para a trilha sonora de Malhação. À primeira vista, uma constatação simples: o rock mainstream brasileiro nunca esteve tão em baixa, dependendo de arroubos de inspiração de bandas surgidas nos anos 80 e 90 para se destacar nas rádios. Mas, em tempos de YouTube, Deezer, Soundcloud, Spotify e inúmeros sites e blogs dedicados à música, será que novos grupos ainda precisam tocar em AMs e FMs para divulgarem seus trabalhos? Vale a reflexão. Continue Lendo

Objetos reais virando desenhos mágicos nas ilustrações de Javier Pérez

Por Alexandre Inagakidomingo, 15 de dezembro de 2013

Javier Pérez é um ilustrador e animador equatoriano que se tornou conhecido no mundo todo graças à maneira com que transforma objetos comuns, como prendedores de roupa, grampeadores ou cachos de uva, em instrumentos musicais, animais e monstros de ficção científica, através de desenhos simples e criativos.

Cadernossauro Continue Lendo

Fotos, decorações e ideias para o Natal mais bizarro de todos os tempos

Por Alexandre Inagakisexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Quando vi essa decoração natalina, numa rua de Torres, não pude resistir à compulsão de registrá-la numa foto. Afinal de contas, taí um Papai Noel que combina mais com o Halloween do que com o Natal. E que, convenhamos, é sustentável, mas é horrível.

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NatalWTF

Taí um chocolate natalino que não é Kinder Ovo, mas também reserva uma surpresa. :P Continue Lendo

30 de novembro é #DiaDeDoar

Por Alexandre Inagakisexta-feira, 29 de novembro de 2013

Comerciais de TV e perfis em redes sociais não param de falar na Black Friday. E, ok, apesar da encheção de saco trazida por tudo que se torna monotemático, não há nada de errado em aproveitar descontos e saciar alguns desejos de consumo. Mas… por que não quebrar a rotina desse ciclo consumista e lembrar de ajudar pessoas que necessitam de algum tipo de auxílio? Afinal de contas, você deve ter 1 real sobrando, provavelmente guarda no armário agasalhos e calças que não usa mais e que possam ser passados adiante, ou talvez possua algum tempo livre que possa ser ocupado com trabalhos voluntários, não?

Faça uma doação e compartilhe seu ato usando a hashtag #DiaDeDoar.Não dá para ignorar os problemas sociais, as consequências da falta de acesso a saúde e educação de qualidade, a poluição e os efeitos que as mudanças climáticas causam no nosso cotidiano, enfim, todos os indícios de que a sociedade e este planeta precisam de ajuda. Ok, podemos até fazer um cosplay de avestruz que esconde a cabeça debaixo da terra, fingindo que não temos nada a ver com todos esses problemas. Ou dar a nossa parcela de contribuição para que este mundo se torne um pouco melhor. Continue Lendo

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Pense Nisso! Alexandre Inagaki

Alexandre Inagaki é jornalista e consultor de comunicação em mídias digitais. É japaraguaio, cínico cênico. torcedor do Guarani Futebol Clube e futuro fundador do Clube dos Procrastinadores Anônimos. Já plantou semente de feijão em algodão, criou um tamagotchi (que acabou morrendo de fome) e mantém este blog. Luta para ser considerado mais do que um rosto bonitinho e não leva a sério pessoas que falam de si mesmas na terceira pessoa.

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A vida é boa e cheia de possibilidades.
A vida é boa e cheia de possibilidades.
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