Resultado encontrado para "Adele"

1 semana de Adele

Por Nathali Limasexta-feira, 26 de agosto de 2011

Um relato #EPICWIN de Nathali Lima, minha privilegiada amiga que se tornou a pessoa que mais invejo do mundo. Vocês saberão o porquê no fim do seu relato. :)

* * *

Por onde começo?

Foto dos ingressos do show que Adele fez no dia 15 de agosto de 2011.Ok, antes de qualquer coisa, peço desculpas por minha digressão e eventual prolixia. Acontece às vezes, principalmente quando me empolgo, algo que, dado o assunto, não duvido acontecer rápido.

Há tempos admiro a nova geração de cantoras inglesas. Com personalidades marcantes, têm, além da voz e criatividade, um personagem de si mesmas nas mãos. Adoro a Joss Stone, acho que a Amy Winehouse foi um marco na história da música e me divirto com a Kate Nash. Mas Adele tem uma inegável vantagem dentre as demais. A capacidade de manipular emoções humanas com uma intensidade que, como amante da música pouquíssimas vezes vi, inclusive não lembro da última vez. Continue Lendo

Adele em Paris: show completo no YouTube

Por Alexandre Inagakiquarta-feira, 06 de abril de 2011

Cá está um post que só surgiu graças a esta era de conteúdo colaborativo, que já originou jóias como o Projeto Rain Down, DVD produzido com vídeos de fãs que assistiram ao show que o Radiohead fez no Brasil em 2009. As 17 músicas que Adele cantou em Paris, no La Cigale, no dia 4 de abril, foram gravadas por dois usuários abençoados do YouTube, 000MadMan000 e Kalihar. Soube da existência desses vídeos por meio de um grupo sobre Adele criado no Facebook por Flávia Durante, graças a dois outros fãs: Pedro Monfort e Nathali Lima (que também encontrou o setlist com a ordem em que as músicas foram tocadas).

Deleite-se, pois, com uma cantora que consegue ser mais incrível ainda ao vivo do que em estúdio, na torcida de que a turnê de “21” faça uma escala por aqui.

* * *


“Hometown Glory” Continue Lendo

Adele e o dom de fazer homens crescidos chorarem

Por Alexandre Inagakisábado, 19 de fevereiro de 2011

Eu sei, é feio admitir que há momentos em que desejo que alguns dos meus artistas prediletos levem uma rasteira amorosa, daquelas que deixam nossa alma cheia de hematomas. Mas o que eu, um mero mortal repleto de falhas e de imperfeições, posso fazer, se sei que algumas das canções que tocam incessantemente em meu jukebox mental foram registradas em álbuns de músicos que as compuseram naquela fase clássica da vida em que o amor carcome a sua sanidade enquanto estilhaça seus sonhos?

Capa de 21, o clássico imediato gravado por Adele Adkins em 2010.Sim, por vezes penso como um fã imperdoavelmente egoísta. Mas, em minha defesa, posso argumentar que pés na bunda e ressacas amorosas calejam o espírito e causam feridas que um dia cicatrizam. Porém, discos como Blood on the Tracks, Sea Change e 21 permanecem, como catarses musicais e testemunhos irretocáveis de que há mais gente feito a gente, que amou, sofreu e comeu o pão chocho que o diabo amassou: seco, esturricado, repleto de carboidratos e sem direito a manteiga. Continue Lendo

Comerciais tailandeses sempre fazem a gente chorar

Por Alexandre Inagakiterça-feira, 15 de abril de 2014

É vergonhoso admitir que, embora a Tailândia seja um país asiático com mais de 66 milhões de habitantes, o pouco que sei sobre lá pode ser resumido em poucas linhas: sua capital é Bangkok, há muitos templos budistas, sua comida típica é apimentadamente deliciosa, não gostaria de apanhar de um lutador de muay thai e o cinema local produziu um filme cult, de um diretor cujo nome é impossível de se escrever sem recorrer ao Google (Apichatpong Weerasethakul), que ganhou há alguns anos a Palma de Ouro de Cannes. Porém, graças ao YouTube, descobri um outro aspecto interessante da cultura tailandesa: eles são os mestres absolutos na arte de produzirem comerciais que fazem a gente chorar como se estivéssemos cortando cebolas durante uma sessão de “Marley & Eu” em meio a uma chuva de ciscos.

UnsungHero Continue Lendo

Sopa de letrinhas

Por Alexandre Inagakiquinta-feira, 26 de setembro de 2013

Nesta semana o Tribunal Superior Eleitoral autorizou a criação de dois novos partidos: o PROS (Partido Republicano da Ordem Social) e o Solidariedade. Com esta decisão, o Brasil possui agora nada menos que 32 legendas. Uma bela sopa de letrinhas que está mais para gororoba, diante dessa multiplicação de partidos sem um projeto ideológico consistente. Afinal de contas, que leitor será capaz de distinguir o PV (Partido Verde) do PEN (Partido Ecológico Nacional), ou o Partido Humanista da Solidariedade (PHS) do Partido Pátria Livre (PPL)? Taí uma boa pergunta de jogo de trivia, aliás: quem será capaz de citar todas as trinta e duas legendas (sem contar o Rede da Marina Silva, que ainda não foi homologado pelo TSE) de cabeça?

Mas, afinal, neste ruído de informações trazido por essa confusão digna de controle remoto repleto de botões que a gente sequer sabe para que servem, esse fenômeno da multiplicação de partidos no Brasil tem alguma razão de ser? Uma matéria de Isabel Braga e Paulo Celso Pereira, do jornal O Globo, joga luz sobre uma grande motivação para o singelo pluripartidarismo tupiniquim: “PROS e Solidariedade receberão no mínimo R$ 600 mil antes de disputar qualquer eleição”. Continue Lendo

  1. « Página anterior
  2. Próxima página »
  3. 1
  4. 2
Pense Nisso! Alexandre Inagaki

Alexandre Inagaki é jornalista e consultor de comunicação em mídias digitais. É japaraguaio, cínico cênico. torcedor do Guarani Futebol Clube e futuro fundador do Clube dos Procrastinadores Anônimos. Já plantou semente de feijão em algodão, criou um tamagotchi (que acabou morrendo de fome) e mantém este blog. Luta para ser considerado mais do que um rosto bonitinho e não leva a sério pessoas que falam de si mesmas na terceira pessoa.

Parceiros

Mantra

A vida é boa e cheia de possibilidades.
A vida é boa e cheia de possibilidades.
A vida é boa e cheia de possibilidades.